PORTAL DE DENÚNCIAS

Seja bem-vindo/a/e ao canal de denúncias do Fundo Positivo. Este é um espaço seguro, confidencial e acolhedor criado para receber relatos de violência física e verbal, LGBTQIAFOBIA e outras formas de discriminação e agressão.

Sabemos que o preconceito ainda machuca, exclui e silencia. Mas aqui, sua voz será ouvida.

Nosso compromisso é com a dignidade, o respeito e a justiça. Cada denúncia recebida é tratada com seriedade, empatia e responsabilidade, contribuindo para combater a intolerância e construir uma sociedade mais humana e igualitária.

Se você sofreu ou testemunhou alguma forma de violência ou discriminação, não se cale. Preencha o formulário com o máximo de informações possíveis. Estamos aqui para apoiar você.

Juntes somos mais fortes.

Denuncie. Sua Voz Importa.

A subnotificação ainda é um grande desafio, especialmente em casos de violência contra pessoas LGBTQIA+, devido ao medo de retaliação e à falta de confiança nas autoridades.​

VOCÊ SABIA?

Em 2024, mais de 21 milhões de brasileiras com 16 anos ou mais relataram ter sofrido algum tipo de violência nos últimos 12 meses, o que corresponde a 37,5% das mulheres entrevistadas. ​Agência Brasil.

O Brasil registrou 531 feminicídios em 2024, o que equivale a uma mulher assassinada a cada 17 horas. ​Brasil de Fato.

Entre janeiro e junho de 2024, foram contabilizados 905 feminicídios consumados e 1.102 tentativas. ​Dossiês do Instituto Patrícia Galvão.

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Em 2024, foram assassinadas 122 pessoas trans e travestis no Brasil, uma redução de 16% em relação a 2023, quando ocorreram 145 mortes. ​Agência Brasil.

A maioria das vítimas (95,9%) eram travestis ou mulheres trans. ​Dossiês do Instituto Patrícia Galvão.

Os estados com maior número de assassinatos em 2024 foram:

  • São Paulo: 16 casos
  • Minas Gerais: 12 casos
  • Ceará: 11 casos. ​Portal Tela.

Apesar da redução, o Brasil continua sendo o país que mais mata pessoas trans no mundo. ​Portal Tela.

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Em 2024, o Brasil registrou 122 assassinatos de pessoas trans e travestis, mantendo-se como o país com o maior número de homicídios dessa população pelo 16º ano consecutivo. ​O GLOBO.

As vítimas são majoritariamente mulheres trans, jovens, negras e nordestinas, e os crimes são frequentemente marcados por extrema violência. ​O GLOBO.

As denúncias de violência contra pessoas trans aumentaram 45% em 2024. ​O GLOBO.

Em 2024, o Brasil registrou 291 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+, representando um aumento de mais de 8% em relação a 2023. ​Brasil de Fato.

Entre janeiro e maio de 2024, foram registradas 33.935 violações contra pessoas LGBTQIA+, incluindo agressões físicas, ameaças e discriminações. ​Maringa Póst.

Homens gays foram responsáveis por boa parte das denúncias, embora pessoas transexuais e travestis tenham sido as principais vítimas de agressão. ​Agência Brasil.

Por que denunciar é tão importante — mesmo de forma anônima.

Denunciar uma violência, seja física, verbal, psicológica ou motivada por preconceito, é um ato de coragem — mas também de responsabilidade. Muitas vezes, quem sofre uma agressão se sente com medo, envergonhado ou até mesmo desacreditado. E por isso, oferecer a opção de denúncia anônima é fundamental: ela protege quem denuncia e, ao mesmo tempo, ajuda a combater a impunidade.

Mesmo de forma anônima, a denúncia tem poder:

  • Interrompe ciclos de violência: muitas vítimas permanecem em situações de risco porque acreditam que ninguém pode ou quer ajudá-las. A denúncia pode ser o primeiro passo para quebrar esse ciclo.
  • Protege outras pessoas: quem agride uma vez, pode agredir de novo. Denunciar ajuda a evitar que novas vítimas sofram.
  • Ajuda a construir estatísticas reais: muitos casos de violência não aparecem nos números oficiais porque não são denunciados. Quando você denuncia, mesmo sem se identificar, você contribui para que o problema seja visível — e, portanto, combatido com políticas públicas eficazes.
  • Fortalece redes de apoio: a denúncia pode conectar a vítima a serviços de acolhimento, proteção e orientação.

Lembre-se: não é preciso se expor para fazer a diferença. Denunciar de forma anônima é um direito — e um gesto de solidariedade, empatia e força.

Se você viu ou viveu uma situação de violência, denuncie. Sua atitude pode salvar vidas.

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